Menina, que barraco!
Há um ano o Garcez ficava mais alegre, mais bonito e mais cabeludo quando as três divas chegavam no bloco B, 203. Coité e Riachão foram representados por uma preta ousada, uma branca determinada e uma amarela cativante, que encheram a casa de tudo que mais gostavam e precisavam para suportar a saudade de suas roças: móveis, apetrechos, músicas, bebidas, amigos, romances e badernas.
Hoje, mais que um apê, o 203 se tornou patrimônio material do bonde de psicojornalismo. A primeira casa aracajuana das divas, a segunda dos jornalistas, o restaurante dos cuscuzeiros, a hospedagem dos viajantes, o colo dos amantes.
Temos o porteiro mais onipresente, a síndica mais meiga, os vizinhos mais companheiros, o portão mais seguro, o chão mais macio, o café mais gostoso e os amigos mais organizados de todos.
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