Ai, como eu me sinto mal, ao me decepcionar a cada momento comigo mesma. Eu não queria, eu não quero me sentir assim, como se eu estivesse com uma corda no pescoço que só depende de mim puxá-la ou não, como se a responsabilidade fosse toda minha, e na verdade é. Uma onda de sentimentos de culpa e angústia me corroem e eu me sinto mal, muito mal.
Colocando tudo as claras, estou muito preocupada com minhas notas, e com os compromissos que tenho a cumprir. Com as notas, não pelo fato de ter que atingir uma certa média( até mesmo porque fechar 6 no final do ano não é tão complicado assim), mas sim pelo fato de minhas ultimas notas estarem no limite dessa margem, digamos que passando arrastadas e é assim que minha vida está indo, se arrastando, as vezes atropelando umas coisas e nunca realizando com sucesso outras e além do mais, eu não quero simplesmente passar, mas mostrar através de um boletim meu conhecimento e esforço e assim poder chegar ao 2º ano com uma boa base e enfim passar num vestibular e cursar uma faculdade.
Quanto aos compromissos, nesta reta final do ano letivo parece que coisas que poderiam ser feitas em um mês terão que se concretizar em apenas duas semanas teoricamente, pois na pratica só nos restam seis dias de aulas e uma semana de provas. É quase impossível acreditar que em apenas 6 dias de aula e um horário extra tenham que ser feitos 7 testes, 3 enormes listas, uma peça para o público externo e ainda aproveitar o restinho de convivência que vamos ter com colegas e professores. A situação é crítica, o clima está tenso e o desespero está tomando conta, as vezes dá vontade de sumir, de gritar, espernear, reclamar, chorar AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR!
É quase inacreditável que além de tanta coisa escolar, ainda haja tanta atitude e decisão a serem tomadas, na Igreja por exemplo, mas vamos conseguir chegar ao fim com sucesso, Deus nos abençõe e nos dê força porque eu sei que sem ELE não conseguiríamos ir a lugar algum.
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